Bruxelas chegou à conclusão que o apoio as pequenas e médias empresas, será a partir de agora uma prioridade.
A criação de emprego, numa situação de profunda crise, pode facilmente desculpar esta opção mas, a economia real pode e deve recear esta intromissão num sector que tem estado até aqui regulado pelas regras mais puras da oferta e procura que devem ser o melhor regulador.
Um empresário que com o seu esforço e capacidade, tenha construído o seu negócio e que venha a confrontar-se com a concorrência de outros que receberão subsídios, sentirá que o seu representante politico o está a traír e a contribuir para a destruição do equilibrio existente.
Bruxelas aponta com frequência o despesismo na saúde, na educação, na segurança, na justiça e noutros sectores que, esses sim, são da responsabilidade institucional dos governos.
Se pretendem poupar gastos nesses sectores e ao mesmo tempo se preparam para gastar milhões em áreas que lhes não compete, algo está mal na necessidade de termos estado.
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