Com a mais que possível victória de Hollande nas eleições francesas, que caminho para a Europa?
Os estados vão ser mais interventores na sociedade e principalmente na economia; vamos ter mais investimento estatal, mais consumo estatal, mais encomendas estatais, e mais deficit.
A Alemanha vai claudicar e vai haver emissão de moeda com a sua consequente desvalorização, inflacionando assim as importações tornando mais atractivo o consumo de bens e serviços produzidos dentro da União. As importações, principalmente de matéria prima, vão encarecer e assim, o produto acabado vai puxar pela inflação.
Os deficits serão cobertos pela emissão de euros mantendo plausível os consumos de estado até que o equilibrio internacional, principalmente com a moeda chinesa, encontre alguma estabilidade, altura em que os acertos que se começaram a fazer desde há dois anos, irão ser recomeçados.
Teremos então uma nova fase de austeridade e tudo recomeçará.
Tal como a Terra gira à volta do Sol, regressando sempre ao ponto onde antes se encontrava, tambem a economia se revê nos seus ciclos.
terça-feira, 24 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Será que ... ?
Verificando os percursos de países com orgulho próprio, verifica-se a consciência e a capacidade de resolução dos próprios problemas com os recursos gerados no âmago do país.
Nunca se sentiu necessidade por parte dos E.U.A., do Japão, da França, da Holanda e até agora por o que se vê da Espanha, de um enquadramento internacional para que os problemas sejam resolvidos. No caso da Espanha, o que se vê neste momento é, uma grande vontade de não aceitar de maneira nenhuma a intromissão de entidades estrangeiras, para impôr regras na busca do equilibrio económico do país.
Isto a propósito da alegada teimosia de José Socrates, aparentando não ver a rapidez da degradação económica de Portugal; talvez, e eu digo talvez, fosse melhor deixar o país ir ao tapete para enfrentar os lóbbies e as corporações sem facilitismos de espécie nenhuma.
Talvez Socrates quisesse isso mesmo, encostar os priveligiados do costume à parede para fazer tudo que tem que ser feito.
Nunca se sentiu necessidade por parte dos E.U.A., do Japão, da França, da Holanda e até agora por o que se vê da Espanha, de um enquadramento internacional para que os problemas sejam resolvidos. No caso da Espanha, o que se vê neste momento é, uma grande vontade de não aceitar de maneira nenhuma a intromissão de entidades estrangeiras, para impôr regras na busca do equilibrio económico do país.
Isto a propósito da alegada teimosia de José Socrates, aparentando não ver a rapidez da degradação económica de Portugal; talvez, e eu digo talvez, fosse melhor deixar o país ir ao tapete para enfrentar os lóbbies e as corporações sem facilitismos de espécie nenhuma.
Talvez Socrates quisesse isso mesmo, encostar os priveligiados do costume à parede para fazer tudo que tem que ser feito.
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