domingo, 2 de junho de 2013

Qual a desculpa?

Temos na Assembleia da República um partido politico que não se sabe bem como lá chegou nem para que serve. A desculpa para a  sua existência, aparentemente é a defesa do ambiente, da ecologia, da natureza, mas, o que se encontra no discurso por rotina, é um arrazoado de comunismo com miserabilismo que em nada se enquadra no seu programa. O partido chama-se Os Verdes e o nome é a única coisa que se aproxima da característica natural e mais comum da natureza, isto é, a cor.
Ao invés, Portugal tem uma instituição que ao longo dos anos tem apresentado um trabalho muito credível, utiliza ferramentas de última geração, é independente dos poderes, e acabou de apresentar um trabalho que se pode denominar de excelência no que deve ser o serviço público. Esta instituição é a Quercos e, quanto a mim, uma das poucas que funcionam e apresentam resultados concretos, resultantes da área onde se enquadram.

http://www.quercus.pt/comunicados/2013/junho/2630-quercus-identifica-335-praias-com-qualidade-de-ouro-em-portugal-para-a-epoca-balnear-2013

sexta-feira, 15 de março de 2013

A renuncia de Bento XVI


A cultura prussiana, emanada do século XVIII, que deu origem ás duas guerras que devastaram o mundo, tem caracteristicas próprias; a sociedade deve ser uma máquina ao serviço do estado e cada cidadão uma peça da mesma máquina, assim, o cidadão deve pôr em segundo plano o seu interesse pessoal e subjugar-se voluntáriamente ao interesse da nação.
Para que este objectivo seja atingido, o estado deve convencer os seus cidadãos de que todas as suas necessidades serão satisfeitas numa base de trabalho, esforço, compensação.
O liberalismo, corrente emanada da sociedade inglesa, é encarada como ultrage pois é causadora de caos e insegurança.
Delinear, planear e accionar, são vertentes que não se podem compaginar com a insegurança do liberalismo onde os cidadãos, com as suas decisões pessoais podem emperrar o caminho delineado.
Se o Vaticano tivesse a sua sede em Berlim, e daí propagasse a sua ditadura para o mundo cristão, sería plausível que um Papa alemão conseguisse construir a máquina à sua imagem, mas, sendo o Vaticano, uma criação Latina, com a sua identidade informal, com as suas regras maleáveis, com todos os seus pontos de caos organizativo, onde cada um acaba por decidir de per si, a frustação de um germânico, é um sentimento em constante crescendo que atingirá, sempre um ponto de frustação tal, que só a renuncia poderá solucionar.
O liberalismo, mais uma vez, venceu o planeamento frio, a cidadania, mais uma vez, venceu a hierarquia impositora.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

5 dias para escolher ou não, se recebe em duodécimos.

O partido socialista acaba de dar mais um tiro no pé.
Ao conseguir aprovar na especialidade, a possibilidade de acordo entre empregados e empregadores, sobre a escolha de receber ou não o subsidio em duodécimos, criou um referendo em que vai saír derrotado.
Os trabalhadores, se a empresa estiver de acordo, irão todos escolher os duodécimos, acabando por ratificar a posição inicial do governo.
Mais uma vez, a esquerda com os seus apelos fantasiosos, dá uma imagem de superioridade que a realidade, fácilmente põe de lado.