Verificando os percursos de países com orgulho próprio, verifica-se a consciência e a capacidade de resolução dos próprios problemas com os recursos gerados no âmago do país.
Nunca se sentiu necessidade por parte dos E.U.A., do Japão, da França, da Holanda e até agora por o que se vê da Espanha, de um enquadramento internacional para que os problemas sejam resolvidos. No caso da Espanha, o que se vê neste momento é, uma grande vontade de não aceitar de maneira nenhuma a intromissão de entidades estrangeiras, para impôr regras na busca do equilibrio económico do país.
Isto a propósito da alegada teimosia de José Socrates, aparentando não ver a rapidez da degradação económica de Portugal; talvez, e eu digo talvez, fosse melhor deixar o país ir ao tapete para enfrentar os lóbbies e as corporações sem facilitismos de espécie nenhuma.
Talvez Socrates quisesse isso mesmo, encostar os priveligiados do costume à parede para fazer tudo que tem que ser feito.
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