quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os parasitas.

A filosofia comunista, quando posta em prática como poder num qualquer país, sucumbe perante a sua necessidade de odiar o trabalho.
O comunista por natureza, é um individuo que olha para o trabalho como o réu olha para o castigo. Talvez seja por isso que Marx escreveu sobre o capital, "a sua musa", e não sobre o trabalho, "o seu desprezo".
Os países onde a  democracia e o mercado funcionam, mesmo com algumas particularidades, a filosofia comunista tem sempre a possibilidade de sobrevivência pois, os recursos económicos gerados por essa economia podem ser sempre utilizados nas mais variadas vertentes da actividade humana e, portanto, também os comunistas os podem utilizar.
Se o comunismo sobe ao poder, os recursos económicos começam lentamente a desaparecer e com eles, a paixão da "distribuição", esvazia-se.
Podem assim, todos os partidos comunistas, agradecer ao liberalismo económico, " seu profundo inimigo", a pedra filosofal da sua existência.

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