A primeira apropriação civil de uma manifestação em Portugal.
A força independente dos partidos, das centrais sindicais e das corporações, demonstrou que pode e deve ser tida em conta na resolução dos problemas do País.
O sentimento de impotência demonstrado pelas forças tradicionais que tiveram a consciência de ser ultrapassadas e tornadas insignificantes.
A voz que não é de ninguem mas de todos ao mesmo tempo, atravessando a sociedade transversalmente, não se deixando tomar por tradicionais donos do mal estar em Portugal.
Surpresa para o PCP, BE, PS, que, não conseguindo identificar as verdadeiras lacunas e dores do País, foram expulsos da necessidade de exigência do ãmago da sociedade.
E agora?, a partir daqui, que mais?
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